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Mãe preta no esporte? Jordana Araújo conta como equilibra maternidade com carreira de comentarista esportiva

Jordana Araújo

Às vésperas do Dia das Mães, comentarista compartilha os desafios e aprendizados de conciliar o jornalismo esportivo com a criação do filho e o cuidado com o corpo

À medida que o Dia das Mães se aproxima, a trajetória de Jordana Araújo ganha um novo recorte: o da mulher que concilia, diariamente, a intensidade do jornalismo esportivo com a dedicação à maternidade e uma rotina disciplinada de cuidados pessoais. Comentarista da Ge TV, ela representa uma geração de profissionais que transitam entre múltiplos papéis sem abrir mão da consistência e da identidade.

Mãe de Pietro, de 10 anos, Jordana encontra no filho o principal ponto de equilíbrio em meio à intensa agenda de transmissões, gravações e compromissos profissionais. A relação entre os dois, marcada por parceria e afeto, também se conecta diretamente ao universo esportivo,interesse que compartilham no dia a dia e que se reflete em momentos de convivência e troca. Entre ajustes de rotina, presença ativa e organização, a maternidade se tornou um dos pilares da sua trajetória, influenciando inclusive a forma como enxerga o trabalho e suas escolhas profissionais.

Paralelamente, a comentarista também mantém uma rotina consistente de exercícios físicos, incorporada como parte essencial do seu cotidiano. Entre treinos regulares e cuidados com a saúde, Jordana encontrou no esporte,para além da profissão, um espaço de disciplina, bem-estar e fortalecimento físico e mental, que contribui diretamente para sustentar o ritmo intenso da sua rotina.

Quem é Jordana Araújo?

Nascida e criada em Osasco, na Grande São Paulo, Jordana Araújo construiu sua trajetória com resiliência e determinação até chegar à Ge TV. Com passagens por rádio e televisão, consolidou uma atuação marcada pela clareza nas análises, segurança ao vivo e uma comunicação que dialoga com diferentes públicos e modalidades, como futebol, Fórmula 1 e basquete.

Como mulher preta oriunda da periferia, ela também utiliza sua visibilidade para ampliar o debate sobre representatividade no jornalismo esportivo. Sua presença nas transmissões vai além da análise técnica: carrega vivência, posicionamento e a construção de novos caminhos para outras mulheres que desejam ocupar esse espaço.

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