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Gaby Amarantos traz ousadia, cultura amazônica e pop global em espetáculo vibrante para o Rio de Janeiro

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O álbum Rock Doido comemora um ano de lançamento na Fundição Progresso e marca um momento de liberdade criativa e afirmação estética na trajetória da cantora paraense

No dia 21 de agosto a artista apresenta para o Brasil o conceito artístico que sintetiza a mistura de ritmos, referências e linguagens que definem essa nova etapa de sua obra. Essa energia ganha novas dimensões na Rock Doido Tour, espetáculo concebido para transportar o público para o universo visual e sonoro do projeto. O show combina projeções imersivas, balé coreografado, referências à estética das aparelhagens de Belém e momentos de impacto que já nasceram virais nas redes sociais, como a cantora dançando sobre faíscas de pirotecnia em cena. A noite conta ainda com o coletivo V de Viadão, festa Xêpa e Edmilson dos Teclados.

A proposta é criar uma experiência sensorial que amplifica a atmosfera vibrante do disco. A produção musical da turnê é assinada por MGZD e pela própria. A direção criativa fica por conta de Lukas Mariano em parceria com  a artista. O anúncio da turnê aconteceu nas redes sociais por meio de um vídeo publicado no Instagram em que Gaby aparece “dando à luz” o simbólico bebê Rock Doido, uma metáfora bem-humorada para o nascimento do álbum e do espetáculo que agora ganha vida nos palcos ao redor do país.

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Gaby Amarantos. Créditos: Reprodução Fundição Progresso

Com a Rock Doido Tour 2026, Gaby Amarantos reafirma sua potência artística e sua constante capacidade de reinvenção, levando ao público um show vibrante que apresenta para o Brasil o Rock Doido e traduz a energia, o espírito contestador e a força criativa dessa obra, considerada pela crítica como uma das mais originais dos últimos tempos.

No álbum, a artista constrói um verdadeiro caldeirão de sonoridades. Ritmos amazônicos como tecnobrega, carimbó e brega se misturam a gêneros globais como pop, funk, EDM, reggaeton e calypso, resultando em um trabalho intenso, provocador e cheio de atitude, sem abrir mão de sua identidade. Com 22 faixas que se conectam de forma contínua, o disco surge como uma genuína celebração das raízes periféricas do Pará e da potência cultural que emerge da Amazônia urbana.

No projeto do álbum, ela também reuniu colaborações que ampliam esse diálogo musical, com participações de artistas como Lauana Prado, Viviane Batidão, Gang do Eletro e MC Dourado, presentes tanto nas faixas quanto no filme, gravado em plano sequência.

Mais do que um álbum, Rock Doido se consolida como um movimento cultural. Um trabalho que celebra a alegria, a inventividade e a força coletiva da música popular brasileira contemporânea e que já nasce com vocação de legado na carreira da artista.

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