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BLACK PANTERA INAUGURA NOVA ERA COM ALBÚM “CONTINENTAL”

Black Pantera. Créditos: Hugo de Brito

Black Pantera. Créditos: Hugo de Brito

Um dos grandes nomes do metal atual está com disco novo na praça e sobe ao palco do Circo Voador pro aguardado lançamento

Sábado, 24 de outubro, a Black Pantera escreve mais um capítulo da sua história com a lona ao mostrar em primeira mão o álbum “Continental”. Pra completar, a Devotos e a Sagrada Escritura do Gueto fazem os shows de abertura. Nos intervalos, DJ Cammy manda aquele DJ set cavernoso pra sacudir a pista. Abertura dos portões: 20h.

Quinto álbum de estúdio da Black Pantera, “Continental” diz muito sobre o conceito do novo trabalho, que fala sobre o Brasil, e do próprio disco, uma vez que abrange vários estilos diferentes a partir do rock, que é a essência da banda.

As letras e a sonoridade trazem muito das vivências de Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (guitarra e vocal) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria), bem como de questões ancestrais, que já acompanham o grupo desde o princípio.

No repertório, além das novas pedradas, a Black Pantera passeia por sucessos de outros trabalhos pra causar aquela catarse já conhecida pelos fãs.

E para completar a noite, dois grandes nomes da cena rock brasileira. De um lado, ninguém menos que a lendária banda de hardcore do Alto do José do Pinho, Devotos, revisita clássicos dos mais de 35 anos de estrada. Reconhecido como “Patrimônio Imaterial de Recife” em 2024, o trio formado por Cannibal (baixo e voz), Neilton (guitarra) e Celo Brown (bateria) permanece cada dia mais ativo e reafirma sua posição como um dos grupos mais relevantes de punk-rock-hardcore do país.

Do outro lado, a galera do Sagrada Escritura do Gueto mostra sua sonoridade agressiva que entrelaça a intensidade do hardcore com os elementos do metal, assim como a contundência lírica do rap e da poesia slam pela primeira vez por aqui. Formada por Isabela Alves e João Paiva (vocais), David Moura (Bateria), Henrique Paccelli (Guitarra) e Wesley Rocha (Baixo), todos originários das margens de Belo Horizonte, a banda vem construindo uma trajetória marcada por apresentações intensas e de forte conexão com o público, levando ao palco uma performance energética com discurso social e vivência periférica.

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